Falar em aquecimento global atualmente chega a ser uma coisa ultrapassada. Diariamente, de todos os lados nos chegam informações, dicas e conselhos. Seria injustiça dizer que não evoluímos, afinal a população mundial está muito mais consciente em relação ao problema e aos cuidados para amenizá-lo. Sim, amenizá-lo, pois vivemos em um mundo que está em constante revolução tecnológica e sabemos que tecnologia e meio ambiente não podem ser vistos como melhores amigos. O problema é que mesmo tendo evoluído muito, ainda caminhamos muito aquém da rapidez com que o mundo é destruído.
Por isso quero compartilhar com você esse vídeo que recebi hoje por e-mail. Ele é simples e curto, mas me fez parar por alguns minutos e pensar que realmente estamos com um sério problema para entregar as nossas futuras gerações. E aí, o que você pode fazer?
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Homem de Ferro

A trajetória de um pequeno gigante
Franzino, de pele clara e aparência frágil, o terceiro de oito filhos. Aqui começa a história de um gigante, que morava na ilha de São Francisco do Sul e é conhecido por todos como o Paulinho. Ainda criança começou a trabalhar para conseguir seu dinheiro e jamais dependeu de alguém para chegar aos seus objetivos. Dividia seu dia entre os estudos, o trabalho e as brincadeiras, entre elas a caça. Naquele tempo orgulhava-se de exibir o cinto rodeado de passarinhos que mais tarde tornariam-se seu jantar. Paulinho tinha muitos sonhos, um deles, ser caminhoneiro. Passava horas imaginando-se montado em seu mercedão, sumindo pelas estradas do mundo. Tinha três amigos inseparáveis, Zeca, Tonho e Vardo, juntos pescavam, caçavam, brincavam. Mal sabia ele que por meio daquela amizade conheceria o amor da sua vida. Mas ainda é muito cedo para contar esta história.
Assim Paulinho cresceu, sempre rodeado de pessoas que lhe queriam bem e sempre alegrando todos a sua volta. Viu na marinha uma oportunidade que nem mesmo seu caminhãozão seria capaz de lhe oferecer, mas a vida lhe guardava outras surpresas.
Decidiu então tentar a vida em outra cidade. Não foi para muito longe, arrumou um emprego em um restaurante em Joinville, mas ainda não era o que ele procurava. Foi então para Itajaí vender fotografias reproduzidas, mas também não teve muito sucesso. Paulinho então retornou para São Francisco desconsolado com sua frustrada tentativa fora da ilha. Foi aí que sua história começou a mudar, conseguiu um emprego de vendedor de tecidos, ali mesmo, na sua cidade. Foi então que começou a viajar, não com seu caminhão, nem com a marinha, mas já era alguma coisa. Mas a mudança em sua vida não se deve a viagem, e sim ao retorno dela.
Depois de conhecer vários lugares e até ter morado em Curitiba, Paulinho um dia retornou a São Francisco e num ato impensado contou a Mãe de Lurdinha, irmã de Zeca, Tonho e Vardo, o que sentia pela moça.
Começa aí uma das histórias mais bonitas que se pode ser relatada.
Os dois começaram então um namoro, que durou apenas um ano para que se tornasse um noivado. Mas como estamos falando do amor perfeito, é claro que esse noivado não se estendeu nem por um ano.
Casaram-se, vieram para Curitiba e sofreram muito. A falta de oportunidades fez com que Paulinho trabalhasse dia e noite nas mais diversas atividades para conseguir colocar comida na mesa, para isso ele passou até fome, mas nunca faltou com sua obrigação.
Não demorou muito para que viessem os filhos, e em um período bem curto, diga-se de passagem, três em três anos.
Os tempos foram passando e os filhos crescendo, a situação já não era mais tão precária, ainda que as dificuldades fossem muitas.
Derrepente... Mais um filho. A caçula, pelo menos nos próximos sete anos, até que...
Mais um. Cinco no total.
Pai, eu só escrevi tudo isso para que você saiba o quanto valorizamos sua história que na verdade deixou de ser sua e tornou-se nossa não é?
É incomparável o orgulho que temos em poder dizer: O meu pai é o Paulinho, aquele da cabeça branca, sabe?
Se existe alguém na vida que possamos seguir como exemplo de homem, de pai, de pessoa, de profissional, de tudo, esse alguém é você.
Acredito que ainda não exista uma explicação cientifica para esse fenômeno, mas o pai da gente sempre é o melhor. E com você não poderia ser diferente não é paizão?
Pode até perecer clichê, mas sou seu fã e tenho orgulho de poder dizer: Eu quero ser igual ao meu pai.
Se eu conseguir ser para meu filho, um terço do que você é conosco, tenho certeza que depois de mim, ele será o filho mais feliz do mundo.
Você é tão especial que até escolheu como sua esposa, a melhor mulher do mundo. Agradeço a Deus todos os dias por ser filho de vocês dois.
Pai... Obrigado por existir na minha vida.
Franzino, de pele clara e aparência frágil, o terceiro de oito filhos. Aqui começa a história de um gigante, que morava na ilha de São Francisco do Sul e é conhecido por todos como o Paulinho. Ainda criança começou a trabalhar para conseguir seu dinheiro e jamais dependeu de alguém para chegar aos seus objetivos. Dividia seu dia entre os estudos, o trabalho e as brincadeiras, entre elas a caça. Naquele tempo orgulhava-se de exibir o cinto rodeado de passarinhos que mais tarde tornariam-se seu jantar. Paulinho tinha muitos sonhos, um deles, ser caminhoneiro. Passava horas imaginando-se montado em seu mercedão, sumindo pelas estradas do mundo. Tinha três amigos inseparáveis, Zeca, Tonho e Vardo, juntos pescavam, caçavam, brincavam. Mal sabia ele que por meio daquela amizade conheceria o amor da sua vida. Mas ainda é muito cedo para contar esta história.
Assim Paulinho cresceu, sempre rodeado de pessoas que lhe queriam bem e sempre alegrando todos a sua volta. Viu na marinha uma oportunidade que nem mesmo seu caminhãozão seria capaz de lhe oferecer, mas a vida lhe guardava outras surpresas.
Decidiu então tentar a vida em outra cidade. Não foi para muito longe, arrumou um emprego em um restaurante em Joinville, mas ainda não era o que ele procurava. Foi então para Itajaí vender fotografias reproduzidas, mas também não teve muito sucesso. Paulinho então retornou para São Francisco desconsolado com sua frustrada tentativa fora da ilha. Foi aí que sua história começou a mudar, conseguiu um emprego de vendedor de tecidos, ali mesmo, na sua cidade. Foi então que começou a viajar, não com seu caminhão, nem com a marinha, mas já era alguma coisa. Mas a mudança em sua vida não se deve a viagem, e sim ao retorno dela.
Depois de conhecer vários lugares e até ter morado em Curitiba, Paulinho um dia retornou a São Francisco e num ato impensado contou a Mãe de Lurdinha, irmã de Zeca, Tonho e Vardo, o que sentia pela moça.
Começa aí uma das histórias mais bonitas que se pode ser relatada.
Os dois começaram então um namoro, que durou apenas um ano para que se tornasse um noivado. Mas como estamos falando do amor perfeito, é claro que esse noivado não se estendeu nem por um ano.
Casaram-se, vieram para Curitiba e sofreram muito. A falta de oportunidades fez com que Paulinho trabalhasse dia e noite nas mais diversas atividades para conseguir colocar comida na mesa, para isso ele passou até fome, mas nunca faltou com sua obrigação.
Não demorou muito para que viessem os filhos, e em um período bem curto, diga-se de passagem, três em três anos.
Os tempos foram passando e os filhos crescendo, a situação já não era mais tão precária, ainda que as dificuldades fossem muitas.
Derrepente... Mais um filho. A caçula, pelo menos nos próximos sete anos, até que...
Mais um. Cinco no total.
Pai, eu só escrevi tudo isso para que você saiba o quanto valorizamos sua história que na verdade deixou de ser sua e tornou-se nossa não é?
É incomparável o orgulho que temos em poder dizer: O meu pai é o Paulinho, aquele da cabeça branca, sabe?
Se existe alguém na vida que possamos seguir como exemplo de homem, de pai, de pessoa, de profissional, de tudo, esse alguém é você.
Acredito que ainda não exista uma explicação cientifica para esse fenômeno, mas o pai da gente sempre é o melhor. E com você não poderia ser diferente não é paizão?
Pode até perecer clichê, mas sou seu fã e tenho orgulho de poder dizer: Eu quero ser igual ao meu pai.
Se eu conseguir ser para meu filho, um terço do que você é conosco, tenho certeza que depois de mim, ele será o filho mais feliz do mundo.
Você é tão especial que até escolheu como sua esposa, a melhor mulher do mundo. Agradeço a Deus todos os dias por ser filho de vocês dois.
Pai... Obrigado por existir na minha vida.
A droga e os seus estigmas
Ela tinha apenas sete anos, mas por um deslize parte de sua infância e adolescência se perderam entre mentiras e tristezas
A ingenuidade da criança e a admiração por uma prima mais velha. Não são muitos, mas esses motivos foram os que bastaram para que Jaqueline (nome fictício) aos sete anos, se enveredasse pelo caminho das drogas. A influencia veio da prima mais velha, que estava entrando na adolescência, e com seu jeito revoltado de ser, vestindo calças rasgadas e fazendo uso de cigarro e álcool encantaram a menina.
Não demorou muito para que Jaqueline usasse pela primeira vez a maconha, tinha nove anos. “No começo eu tinha medo, mas eu me sentia perdida no meio da galera, porque é diferente ficar bêbado e ficar chapado e eu não queria ser diferente”. Foi nessa época que Jaqueline iniciou um namoro com um menino que era usuário regular de maconha e álcool e a partir daí seus dias se resumiam em beber e fumar maconha. “Eu nem gostava tanto assim, mas para acompanhá-lo e impor moral eu usava”. Mas sua história estava apenas começando. Iniciou-se a partir daí a vontade de experimentar drogas novas e ela começou a cheirar thinner e cola, inclusive dentro da escola, o que ocasionou sua expulsão. Matriculada então em outra escola, esta por sua vez mais liberal, Jaqueline desvirtuou de vez, fumava e se drogava dentro da escola, vendia drogas na sala de aula e isso a garantia um respeito pelos outros alunos até que foi descoberta e seus pais foram chamados pela diretora. Até aí a sua família acreditava que ela só fazia uso do cigarro.
Por intermédio de um vizinho, conheceu a cocaína, e aí sua vida desandou de vez. Depois da cocaína, veio o êxtase e o Cabral (mistura do crack com maconha).
“Ali começou minha decadência”.
Jaqueline começou a roubar para sustentar o vício, vendia as coisas de dentro de casa e até a própria roupa para poder saciar sua necessidade da droga.
Devido a uma briga com a família, Jaqueline fugiu de casa. Ela já havia fugido várias vezes, mas sua mãe sempre ia atrás a trazia a menina novamente, da última vez foi diferente. A menina era menor de idade e sua família avisou parentes e amigos que não a recolhessem, seus amigos também fizeram a mesma coisa, não por pedido da mãe mas pelo medo da menina ser menor de idade e pelo fato de seu pai ser policial.
Sete dias na rua, dormindo no chão gelado, sem tomar banho, comendo resto de comida dos restaurantes e dividindo espaço com bêbados na Praça Rui Barbosa. Jaqueline define aqueles sete dias como os piores de sua vida, mas o vício ainda falava mais alto. Até que uma tarde, sem fazer nada, deitada na praça ela viu uma menina com a mesma idade que a sua aparentemente caminhando de mãos dadas com o pai. Ao passar por Jaqueline, a menina olhou fundo em seus olhos, virou para o pai e disse que o amava. Aquilo tocou Jaqueline, que parou para pensar há quanto tempo não dizia ao pai que o amava e foi pensando nisso que decidiu voltar para casa. Não sabia se sua mãe a aceitaria novamente, na verdade tinha quase certeza que não, mas ela já não tinha muito a perder e seguiu em frente.
Chegou em casa e tocou o interfone, quem atendeu foi sua irmã que ao vê-la gritou para mãe que a recolheu de braços abertos. Porém com uma condição. Só voltaria para casa se realmente aceitasse ajuda, e não foi diferente.
Hoje com 16 anos, Jaqueline está a um ano e oito meses sem usar nenhum tipo de droga. Ela participa do grupo de auto-ajuda do Narcóticos Anônimos e sua história serve de exemplo para muitos adolescentes como ela que precisam de ajuda para se recuperar.
Como mensagem Jaqueline diz às pessoas que como ela entram nesse mundo por embalo acreditando que no começo tudo é uma maravilha, que só quem passou pelo que ela passou sabe o que a droga realmente é. “Acho que a primeira coisa que devemos ter na vida é amor por ela mesmo e usando drogas esse amor é perdido junto com os sonhos que ela destrói”.
A ingenuidade da criança e a admiração por uma prima mais velha. Não são muitos, mas esses motivos foram os que bastaram para que Jaqueline (nome fictício) aos sete anos, se enveredasse pelo caminho das drogas. A influencia veio da prima mais velha, que estava entrando na adolescência, e com seu jeito revoltado de ser, vestindo calças rasgadas e fazendo uso de cigarro e álcool encantaram a menina.
Não demorou muito para que Jaqueline usasse pela primeira vez a maconha, tinha nove anos. “No começo eu tinha medo, mas eu me sentia perdida no meio da galera, porque é diferente ficar bêbado e ficar chapado e eu não queria ser diferente”. Foi nessa época que Jaqueline iniciou um namoro com um menino que era usuário regular de maconha e álcool e a partir daí seus dias se resumiam em beber e fumar maconha. “Eu nem gostava tanto assim, mas para acompanhá-lo e impor moral eu usava”. Mas sua história estava apenas começando. Iniciou-se a partir daí a vontade de experimentar drogas novas e ela começou a cheirar thinner e cola, inclusive dentro da escola, o que ocasionou sua expulsão. Matriculada então em outra escola, esta por sua vez mais liberal, Jaqueline desvirtuou de vez, fumava e se drogava dentro da escola, vendia drogas na sala de aula e isso a garantia um respeito pelos outros alunos até que foi descoberta e seus pais foram chamados pela diretora. Até aí a sua família acreditava que ela só fazia uso do cigarro.
Por intermédio de um vizinho, conheceu a cocaína, e aí sua vida desandou de vez. Depois da cocaína, veio o êxtase e o Cabral (mistura do crack com maconha).
“Ali começou minha decadência”.
Jaqueline começou a roubar para sustentar o vício, vendia as coisas de dentro de casa e até a própria roupa para poder saciar sua necessidade da droga.
Devido a uma briga com a família, Jaqueline fugiu de casa. Ela já havia fugido várias vezes, mas sua mãe sempre ia atrás a trazia a menina novamente, da última vez foi diferente. A menina era menor de idade e sua família avisou parentes e amigos que não a recolhessem, seus amigos também fizeram a mesma coisa, não por pedido da mãe mas pelo medo da menina ser menor de idade e pelo fato de seu pai ser policial.
Sete dias na rua, dormindo no chão gelado, sem tomar banho, comendo resto de comida dos restaurantes e dividindo espaço com bêbados na Praça Rui Barbosa. Jaqueline define aqueles sete dias como os piores de sua vida, mas o vício ainda falava mais alto. Até que uma tarde, sem fazer nada, deitada na praça ela viu uma menina com a mesma idade que a sua aparentemente caminhando de mãos dadas com o pai. Ao passar por Jaqueline, a menina olhou fundo em seus olhos, virou para o pai e disse que o amava. Aquilo tocou Jaqueline, que parou para pensar há quanto tempo não dizia ao pai que o amava e foi pensando nisso que decidiu voltar para casa. Não sabia se sua mãe a aceitaria novamente, na verdade tinha quase certeza que não, mas ela já não tinha muito a perder e seguiu em frente.
Chegou em casa e tocou o interfone, quem atendeu foi sua irmã que ao vê-la gritou para mãe que a recolheu de braços abertos. Porém com uma condição. Só voltaria para casa se realmente aceitasse ajuda, e não foi diferente.
Hoje com 16 anos, Jaqueline está a um ano e oito meses sem usar nenhum tipo de droga. Ela participa do grupo de auto-ajuda do Narcóticos Anônimos e sua história serve de exemplo para muitos adolescentes como ela que precisam de ajuda para se recuperar.
Como mensagem Jaqueline diz às pessoas que como ela entram nesse mundo por embalo acreditando que no começo tudo é uma maravilha, que só quem passou pelo que ela passou sabe o que a droga realmente é. “Acho que a primeira coisa que devemos ter na vida é amor por ela mesmo e usando drogas esse amor é perdido junto com os sonhos que ela destrói”.
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